sexta-feira, 25 de junho de 2010

Uma intersessão sobre a obra na Colônia Penal, de Franz Kafka, e os horrores do Holocausto e guerras pelo Poder no século XX e seguinte

Na Colônia Penal, obra escrita em 1914 e publicada em 1919, é um ensaio em formato de novela sobre os tormentos e suplícios, que recaiam no corpo do homem que fora processado, sentenciado e condenado, sem ao menos ter a possibilidade de saber o porquê, e se realmente estava ou não sendo processado, para então poder se defender das acusações.
Este tema é bem relevante na obra de Franz Kafka, e em especial na obra “ O Processo”, onde a culpa pelo delito era sempre presumida, ou seja indubitável; entretanto neste livro (O Processo) o personagem Josef.K, não sabia nem ao menos de que delito estava sendo acusado, e Na Colônia Penal, o delito não chega a ser apresentado ao condenado, mas é esclarecido quando perguntado pelo explorador, que fora visitar a ilha tropical onde se executava as penas ao oficial.

O delito praticado foi “desonrar o seu superior”, pois o mesmo tinha dormido em serviço. Os condenados eram recolhidos a uma ilha tropical, após o julgamento sumário, e postos numa máquina que era composta de 3 partes, a saber; a cama; o desenhador e o rastelo, para sofrerem a execução da pena em seu próprio corpo, que o rastelo gravaria no corpo o comando que fora desobedecido até a morte, ou seja, no caso em questão, a pena seria gravar no corpo a palavra “Honra o teu superior”.

O ser humano era penalizado na alma, no espírito e na carne, pois colocavam um tampão de feltro na cabeceira da cama, que se encaixaria na boca, pois com a dor, o suplicando poderia quebrar o próprio pescoço com o movimento de horror de sua cabeça caso a mesma estivesse livre para que pudesse gritar e se movimentar, o que ocasionaria a morte rápida, e portanto, frustrando o objetivo da máquina, que era desenhar com rastelo, e de maneira lenta, em pelos menos 12 horas as palavras que foram desrespeitadas no corpo daquele que estaria sofrendo o aflito.

As penas degradantes, os suplícios e aflições deveriam ser aplicadas naquela ilha tropical, na colônia penal, mesmo que em outras regiões do mundo, como a do explorador que fora visitar a ilha, não fossem mais aplicadas.

Entretanto, no desenrolar surpreendente da historia, o oficial (carrasco responsável execução) retira o condenado da máquina de suplícios e modifica a regulagem, talvez por ser o único que ainda sentia prazer e admiração pelo instrumento de tortura, e sabendo que aqueles procedimentos estavam com os dias contados, decide se deitar no lugar do condenado e receber a última das tormentas em seu corpo, pois talvez quis pagar tudo que fez na própria vida. A máquina já devia ter um horror daquele homem, um ódio, que nem respeitou às 12 horas, não quis que ele pagasse tudo em vida. O rastelo estava desregulado, sendo seu corpo cortado em velocidade bem mais rápida, para ser destruído junto com ela.

Na minha opinião pessoal, Kafka, nesta obra, profetizou os horrores do nazismo, onde os judeus eram perseguidos e postos em câmara de gás (olha a máquina ai), que seriam ligadas pelos comandantes de sua esquadra (olha o Josef Mengele ai como o carrasco), só pelo fato de não pertencerem a raça ariana (dita pura pelos nazistas), sendo somente por isto sentenciados a morte por eles, e pagando com o próprio corpo de maneira lenta e angustiante (aqui esta a essência da Colônia Penal) .

Desta forma, demonstrou que os horrores não acabariam e sairiam de sua ficção para um futuro, onde os homens fariam qualquer coisa pelo Poder e desrespeitariam cada vez mais os Direitos humanos, a Dignidade da Pessoa Humana; comprovando, assim, que Kafka era um visionário do que seria a mente humana no século XX e seguintes, que foi e esta sendo marcado por guerras e pela atmosfera de terror.

Longa vida aos textos de Kafka, que devem ser lidos e relidos por todos e em diversas fases da vida, pois com o tempo e o crescer adquirimos elementos para interpretar e entender melhor, o que aquele homem deprimido e angustiado queria passar para toda humanidade.

57 comentários:

JaCoNa disse...

Confesso, com grande pesar, que ainda não li nada de Kafka! =O
Por isso nem posso nem falar muito de seus textos...
Mas valeu pela dica ;)

L. disse...

poow, interessante! :)
de verdade.. não sabia de nada disso hehe

abç, L. :*

'«£. Hєηяιqυє← disse...

Pow, Me sinto envergonhado nunca li Kafka, mas achei muito interessante essa obra, é bem a "minha cara".

Abs !

Erzsébet disse...

Confesso aqui de cabeça baixa que Metamorfose foi a única obra que li de Kafka; De início ela havia me deixado confusa, é uma história peculiar, você há de convir. Entretanto as reflexões que posteriormente veem são extremamente agradáveis. Isso já me é suficiente para ler essa que você cita, que tenho aqui no meu armário de livros e me está pendente há muito. Enfim, ótima recomendação, ótimo texto, ótimo blog...^^

Flaemmchen

Guilherme Bayara disse...

Ainda não li Kafka, mas tenho muita vontade.
Lerei em breve.

fernandaferrari disse...

Muito bem escrito seu post.Nunca li nenhum livro de kafka + acredito serem ótimos pra quem vai prestar vestibular ou quer ter uma opnião ha + sobre assuntos como este.

Rebeca . disse...

Mesmo não gostando da área de direito, esse livro parece interessante...

Sucesso pra ti com o blog

Nivaldo Gomes Filho disse...

gostei do seu blog qeuria virar seguidor mas nao achei o lugar


boa sorte que o senhor te abençoe

Macaco Pipi disse...

era disso q eu precisava
valeuu!

alinebfg disse...

gostei muito de A metarmofose...=] belos comentários

Bruno Matos disse...

Tudo bom?

to seguindo seu blog


segui o meu www.baixelivro.com

Rakesh Mallya disse...

Nice post.

OGROLÂNDIA disse...

Pesado e claustrofóbico o texto de Kafka.
Quanto aos comentários de uma antevisão dos futuros horrores das torturas nazistas, vale lembrar que Kafka também pode ter se inspirado a olhar para o passado. Não podemos nos esquecer que eu matéria de tortura a Igreja Católica foi bem engenhosa através da Inquisição.
Abraçogros

Wander Shirukaya disse...

Concordo com vc, nunca li este texto, li apenas "O processo". De acordo com seu resumo, realmente ele via além, como tm q ser quando se é um grande escritor: escreve-se o pesente que anuncia o futuro, pena q tão triste. Melhor seria se parmanecesse na ficção.
Abraço!

Gondê disse...

e pensar q ele pediu pra q destruissem sua obra antes de morrer!

seuvicio disse...

Acho q vc é meio fraco de interpretação.

Stivie Sena disse...

desculpa a ignorancia
mas pra mim,quase todo post é novidade,não é lá muito minha cara tb..

Barbara Cristine disse...

Ainda não li nada de Kafka mas espero que eu possa faze-lo brevemente. Acredito que o holocausto foi mais do que necessário para mostrar pro nosso povo que o preconceito não cola e não é legal mas admito que foi trágico! Adorei seu texto! Parabéns! e Sucesso!

Bruno Rodrigues disse...

Tenho o livro e a cada leitura descobre-se coisas novas.

São texto muito valiosos.

BR.

http://vininews.blogspot.com
http://vininews.wordpress.com

♫ Angélica ♥ Kawai ♪ disse...

Kafka..
legal! gostei.. mas tambem não conhecia...

Thiago Minagé disse...

"Jakobs" baseado em Luhman afirma existir um "Direito penal do Inimigo", onde todo aquele que viola a norma deve ser tratado como "inimigo da sociedade", "Foucault" de maneira magistral nos informa que a legitimação do poder (aqui poder de punir) deve ser tratada de forma muito delicada para que não legitimemos pessoas a praticarem condutas como estas (parábolas definidas pelo texto), falo tudo isso, para entendermos, lógico, somado ao texto aqui comentado, que de muito tempo, as aflições empregadas pelo Processo Penal são devastadores na dignidade da pessoa humana, o Processo deve ser orientado de forma a aumentar o mínimo possível o sofrimento daquele que se subordina ao processo, maltratá-lo (réu) não irá desfazer ou mesmo devolver o injusto por ele praticado, com isso, desnecessário se apresenta, características inquisitivas e desumanas no corpo de um Processo Penal, e com muito mais razão em regulamentações oriundas de um Estado Democrático de Direito. Aumentar poderes de instituições ou mesmo severidade nas sanções penais em nada adiante, se assim fosse na época de Kafka os crimes teriam sido aniquilados no seio social, essas atitudes corporativistas de aparelhamento estatal para subversivamente "combater o crime" serve apenas para enfatizar o Estado Policia (como afirma Nilo Batista) e legitimar/validar crimes praticados agora de lados opostos por aqueles que agem em nome do estado.
Rodrigo exagerei?

Déborah Almeida disse...

Ola! Muito interessante seu blog e bem informativo. Do Kafka eu só li O castelo, não conhecia essa obra e a história me parece bem interessante.. Não tenho muito costume de ler escritores Alemães.
Grande abraço!!!!
s

Neuro-Musical disse...

Caramba, esse livro deve ser muito bom. O Holocausto foi um atentado contra a humanidade e todos que participaram já deveriam estar queimados no inferno!

http://cerebro-musical.blogspot.com

Andrea Vaz disse...

Bem interessante sua postagem!

Estou te seguindo e voltarei aqui mais vezes.

Bom domingo!

Sucesso sempre!

Fernanda disse...

Nossa, a ideia da "máquina" é realmente impressionante. Que obsessão a de Kafka pelas situações de abandono e impotência. Mesmo sem a presença da máquina torturadora, a situação da condenação à revelia já seria torturante. Beijos, parabéns pela resenha e sucesso no blog!

Caroline disse...

Gostei da resenha, já muito ouvi falar de Kafka, mas o máximo que li dele foi um trechinho de "A Metamorfose".

I.M. disse...

que legal seu post :}
mais confesso que não li até o final :/ graandão o.O
;*

Alaor Pedroso Netto disse...

Adorei a Metamorfose, e agora fiquei com mta vontade de ler Colonia penal, mto bom esse Kafka...

Guilherme Trevizan disse...

Muito bom e com alto conteúdo, muitas curiosidades também.

M. disse...

Li apenas dois contos de Kafka.
Adoro. Em breve lerei mais e mais. :)

Francorebel disse...

Li apenas "Metamorfose" desse autor, e é muito bom... valeu!

Rapha disse...

kafka é rox

fabricio bezerra da guia disse...

Eu nunca li nada desse Kafka,mas sei que ele era um escritor muito genial.e essa sua consideração sobre a profecia do nazismo me fez interessar pelos livros

Yuri disse...

Bem cult seu blog
Show!

Bruno disse...

Morte dos judeus, morte dos favelados, dos sem-terra, dos palestinos, de todos que se opõem de uma forma ou de outra aos grandes "progressos" da raça humana.
Obs: Tenho que ler Kafka.

Vc curte rock? disse...

A literatura de Kafka é um universo obscuro pra mim.
Não conheço nada da obra desse grande gênio.

Sempre há tempo!

Anônimo disse...

Tem uma reclamação de calote do seu blog na comunidade blog caloteiro não tem vez, por gentileza verifique-a.

Érica disse...

Cada vez que leio Kafka, descubro algo novo, como uma revelação.

Você conseguiu nesse comentário comparativo fazer com que percebesse elementos da obra que eu não tinha percebido na minha leitura.
Parabéns pelo blog. Vou seguir!

http://alma-feminina.blogspot.com/

Angélica Ströher disse...

Kafka, só li metamorfose!!! Seu texto é muito bom, na minha opinião, o nazismo é uma mancha negra no passado dos alemães =(, é algo que tem que ser lebrado, pra não ser repetido.

Cammy Redling disse...

Oiii Rodrigo!!!
Tudo bom? Fazia tempo mesmo que a gente nao se falava!
Obrigada pela visita ao post do Zoo!!

Vamos escrever o texto em conjunto sim, claro! Nao sei se vc ainda quer manter aquele titulo...

Como vc nao escreveu mais nada a respeito, achei que vc estava ocupado, com a mudanca de casa, etc...!
Mas com certeza, vamos sim!
Se vc estiver pronto, podemos publicar ainda nesta semana mesmo.

Os seus textos parecem estar muito interessantes, confesso que vou precisar tirar um tempo para ler, pois quero ler com calma e com o meu bebe engatinhando pela casa toda, eh dificil eu conseguir ficar 5 minutos parada na frente do computador...kkk!
Mas vou entrar em dia com o seu blog!! rs...
Espero que vc esteja bem!
Me escreva quando puder!
Um bjo grande!
Cammy

Tiago disse...

legal teu texto! Gosto de Kafka também, um excelente autor com certeza.

Alice Daniel disse...

Olha, essa tua amostra do livro aflorou em mim a vontade de ler Kafka.
Interessante como muitas vezes a ficção é imitada pela realidade. Consegues com tua escrita aguçar a curiosidade pela leitura.

Tiago disse...

Legal teu texto! Gosto muito do Kafka também, um excelente autor com certeza.

Caio Gomes disse...

Não é a primeira vez que ouço falar dos livros de kafka, vou procurar alguns títulos para ler!
show aki esse Blog!
abçs!
seguindo aki!

Leandro disse...

Li Metamorfose que tbm gostei

muito bom seu blog

Leandro
http://www.leandronarciso.blogspot.com

Jân Bispo disse...

Kafka escreve com, uma maestria incrivel assuntos tão complexos assim como polemicos, sim ele definitivamente era um visionário, suas obras merecem mesmo respeito e atenção, muito boa sua crônica e parabéns pelo blog!

sosacaesosac disse...

bem profundo seu blog '-'
parabéns ae

abras

Macaco Pipi disse...

putz
vamos procurar mais

Marcus Alencar disse...

Eu também nada de Kafka mas morro de vontade, principalmente em relação a ``Metamorfose``. O máximo que tive a oportunidade de conhecer e compreender um pouco anos atrás foi uma adaptação em quadrinhos de um conto. Isso até me deixa em dúvida porque seu post e a descrição me fizeram lembrar daquela hq.
Bom, ele é fera, dá para perceber só pelo pouco que contam suas histórias
valeu pela dica

Twister disse...

Mesmo não gostando da área de direito, esse livro parece interessante...

Sucesso pra ti com o blog [2]

Karina disse...

Gostei! Muito interessante! :D

Ana R. disse...

Já ouvi muito falar de Kafka, mas nunca parei para ler sequer uma sinópse de qualquer escrito dele. Muito obrigada por esse presente, agora eu assim que puder vou por as mãos nesse livro, que, só por ser "horror" já me conquistou, se bem que eu particularmente mantenho minhas dúvidas sobre as histórias de Holocausto (que não são de se ignorar; podem ser ficção ou não).

Tenha uma boa noite e boa semana.

Fabíola disse...

Oi. Boa tarde. Parece-me que Kafka à semelhança de Shakespeare é um autor para todas as épocas. Sim porque são dois autores que, em muito, procuraram debater em suas obras a vaidade e os sentimentos humanos como poder e etc.

Acredito que os instintos humanos a todo o momento tenham que ser reprimido para não voltarmos a ver o que vimos na década de 40 na Alemanha. Eu acredito que o ser - humano é um ser com sede de poder e com forte tendência a exercer tal poder de modo desequilibrado. Bem aqui parece que vale a máxima: é melhor ser temido que ser amado. Não acredito muito no ser - humano. Acho que a gente tem uma tendência muito maior para fazer o que é mau do que o que é bom. Tudo isso por causa de características intrínsecas a nossa natureza como a vaidade, por exemplo.

No que diz respeito ao homem, tal como Machado de Assis foi e isso fica bem claro em sua obra Quincas Borba, bastando ler a mensagem do autor nas entrelinhas, sou muito cética.

É tão verdade que o nosso instinto é muito mais inclinado ao mal do que ao bem que precisamos para reprimir esses instintos criar determinadas ficções para criar a possibilidade de uma vida em sociedade pacífica. Uma dessas ficções é o Estado que tem seus poderes, mas também suas limitações. Os freios e contrapesos e etc.

Até a democracia que podemos chamar assim... de o regime das liberdades tenta impor determinados limites aos indivíduos a fim de que sentindo-se tão livre, não queira o indivíduo retornar para o estado de selvageria, não queira fazer aflorar o instinto de selvageria existente dentro dele.

Não acredito nessa conversa de O homem nasce bom. A sociedade é quem o corrompe. Quem será que corrompeu o primeiro homem existente. será que ele era, totalmente, bom até entrar em contato com outros homens?

Qual o verdadeiro sentido e alcance dessa frase? Será que posso interpretar como o homem é bom antes de viver em sociedade porque sozinho não precisava divergir, entrar em conflito com ninguém; nunca, por esse motivo, tendo praticado nenhum ato desairoso contra seu semelhante. Penso que essa frase faça sentido a depender do ângulo por que esteja sendo vista. Para mim, interpretando-a ao pé da letra não faz muito sentido. Mas já observando por esse ângulo.....

Observando pelo meu ângulo, mais uma vez vejo fazer sentido a mensagem do eminentíssimo Machado De Assis em Quincas Borba: o homem age conforme as circunstâncias.Um filme belíssimo que fala sobre essa inconstância sentimental humana é Crash No Limite.

Tchau!

Gil disse...

Como alguns acima nunca li nada do Kafka,apesar de ter ouvido muito bem sobre suas obras,seus posts realmente instigam a conhecer mais os escritos desse grande autor!

socialmedia disse...

Ótimo texto, muito bom!

Anônimo disse...

num intindi nada!!! hehehe

Tatiana disse...

Eu não li a obra, mas de acordo com seus comentários eu me permito fazer algumas observações e até descordar de alguns pontos. - olha a insolencia- rsrs

Eu não acho que ele foi um visionário. Pelo que eu entendi da estória eu creio que Franz apenas escrevia sua contemporaneidade, suas percepções sobre coisas atuais e não uma espécie de vislumbre futuristico. O corpo como paciente de sua culpa, a dor como meio de resignação sempre foi difundida no mundo, principalmente na Idade Média. O corpo, ainda hj, ainda é castigado e a dor ainda é vista como meio de redenção e de reeducação. Apesar das leis irem ao encontro de novas visões, mais humanistas e modernas, como a lei da palmada, pela reação de muitas pessoas você consegue perceber que para muitos essa ideia é tão intriseca aos valores que chegam a achar uma palhaçada a proibição de bater nas crianças como meio educativo.
A Obra não ficou no sec. XX e nem pertenceu a algum tempo. Ela foi e é ainda contemporanea, infelizmente.

Eu acho muito legal blogs desse tipo que oferecem cultura util e faz as pessoas pensarem sobre coisas importantes. O meu tb segue essa linha. Se quiser conhecer será bem vindo.

Sucesso.
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http://coracaoonline.blogspot.com/